Instituição recebeu homenagem em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao desenvolvimento da ciência e educação

A Fundação Cecierj teve participação destacada no III Congresso Internacional MEVITIH-2025, que reuniu especialistas em saúde e inovação tecnológica na Policlínica Piquet Carneiro da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), entre os dias 04 e 07 de novembro. A vinculada da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação recebeu uma homenagem em reconhecimento aos relevantes serviços prestados no desenvolvimento da ciência e educação no estado e participantes da Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio de Janeiro (FECTI) puderam expor os trabalhos de pesquisa que desenvolveram nas escolas.

O evento, transmitido ao vivo, contou com a participação de profissionais de países como Portugal, Itália, França e Alemanha, ampliando o alcance das discussões sobre inovação em saúde. O secretário Anderson Moraes destacou como o evento pode ser um marco na inovação de soluções no campo da saúde: “Tudo o que acontece nesse congresso, por conta da troca de experiências, faz com que consigamos levar uma qualidade de vida melhor para as pessoas, com a presença de diversos profissionais, não só do estado como de todo o Brasil”.

A mesa de abertura contou ainda com a participação da presidente da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), Caroline Alves, do reitor em exercício da UERJ, Bruno Deusdará, e da presidente do congresso, professora-adjunta Danúbia de Sá-Caputo. O presidente da Fundação Cecierj, Ricardo Piquet, e a vice-presidente de Educação Superior a Distância, Heloisa Furtado, prestigiaram o evento.

Jovens talentos da FECTI em evidência

O reconhecimento do potencial dos pesquisadores, que iniciaram suas trajetórias na FECTI, veio por meio de um convite dos organizadores do MEVITIH-2025 à coordenadora da feira, professora Vera Cascon, que indicou os estudantes para apresentarem seus trabalhos no evento. Carolina Geraldo de Pereira da Silva, de 19 anos, moradora de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, apresentou sua pesquisa sobre desequilíbrio metalômico e câncer.

“Meu projeto buscou entender como o manganês afetava o comportamento da célula cancerígena, para tentar encontrar uma forma de fazer com que essas células não ficassem tão malignas”, explicou a jovem pesquisadora, formada em Biotecnologia pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e que vem se destacando em eventos nacionais e internacionais, como a Feira Internacional de Ciências e Engenharia Regeneron (ISEF).

Letícia Amposta de Paula e Vitória Moura, do curso técnico em Farmácia do IFRJ Maracanã, apresentaram trabalho sobre fitoterápico para cicatrização de feridas, orientado pelas professoras Marcela Coutinho e Livia Marques Casanova. “Nosso foco sempre foi desenvolver algo acessível para a população mais carente. Sabemos que já existem muitos produtos no mercado, mas poucos na linha de fitoterápicos com essa proposta de acessibilidade”.